
A adesão tem sido lenta, mas o resultado é positivo,
se comparado a outros países
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(Texto: Erika
Horigoshi/NB | Fotos: Divulgação)
Você
sabe o que significa a sigla RGA? Sua resposta está certa se você
associou essas três letras ao Registro Geral Animal, ou seja, o
RG dos animais domésticos. O RGA foi uma maneira eficiente encontrada
pela Prefeitura de São Paulo para a melhor identificação
dos bichinhos, afinal, um pet que possui RGA recebe uma plaqueta com um
número que deve ser carregada permanentemente junto com sua coleira.
Posse
responsável
Quem é
dono deve cuidar. Exatamente por isso o RGA do animal de estimação
é indispensável para quem tem cães e gatos, além
de ser obrigatório por lei na cidade de São Paulo. Em vigor
desde fevereiro de 2002, a iniciativa da prefeitura paulista não
encontra projetos similares em outros Estados brasileiros.
O objetivo
da implantação do RGA é cadastrar os animais para
conhecermos a população canina e felina do município,
explica a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura
(CCZSP), Luciana Hardt Gomes. A obrigatoriedade do documento visa
à obtenção de dados mais precisos em relação
às características dos animais circulantes na região.
De acordo com
Luciana, o objetivo tem sido atingido aos poucos, porém de maneira
lenta, já que o processo de adesão ao documento também
tem sido um tanto moroso. Entretanto, o resultado é positivo, se
comparado ao de países que implantaram o mesmo sistema em igual
espaço de tempo. Houve uma adesão menor nos países
desenvolvidos que aplicaram o RGA no mesmo período que São
Paulo, afirma a coordenadora do CCZ.
Medida
preventiva
Vale lembrar
que, uma vez perdido o animal, é muito mais fácil reencontrá-lo
nos canis da Prefeitura se ele for cadastrado do que se ele não
tiver o RGA. Também é recomendável que os animais
tenham na coleira, além do número do documento, um telefone
para contato.
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